Depois de contar em uma publicação anterior como foi instalar o NixOS no meu computador e colocá-lo como meu sistema principal, fiquei pensando em como foi divertida toda essa experiência.
Foi uma saga bem legal e um aprendizado precioso. A instalação foi por minha conta, e depois comecei a fazer as configurações com a ajuda do ChatGPT.
Tanto que, por esses dias, olhando o sistema, percebi que tenho uma partição de swap de 17 GB kkkkkkk. Como fiz isso? Não me recordo. Sempre que instalei uma distribuição Linux, escolhi o particionamento automático com swap. O próprio Linux Mint tinha configurado uma swap de apenas 2 GB.
Mas enfim... está funcionando. 😂
Depois de instalado, começamos as configurações. O KDE vem bem limpo, com poucos programas instalados. Vieram o KDE, Firefox e alguns outros programas. E como terminal, o famoso Xterm... kkkkkkk.
Brincadeira! Como terminal, veio o Konsole, mas o Xterm também estava instalado, porque não sei kkkkkkk.
Depois do boot, lá fomos nós entender primeiro como funcionavam as configurações, pois o NixOS trabalha de uma forma diferente das distribuições que eu estava acostumado a usar.
Grande parte da configuração do sistema fica declarada em arquivos de configuração. Você altera o que precisa, recompila a configuração e o NixOS faz o restante acontecer.
Para instalar programas, eles também são declarados na configuração. Com a ajuda do ChatGPT, recriamos a minha lista de programas baseada no que eu usava no Mint, mas agora pensando no KDE.
O mais impressionante foi que o Chat lembrou de colocar a calculadora.
Sim, o NixOS vem limpo, eu disse kkkkk.
Mas esqueceu o particionador de discos, uma ferramenta importante para quem tem algumas partições e outros discos. E eu só fui perceber isso bem depois kkkkkkkk.
Agora vem a parte de como configurei minhas máquinas virtuais. Não como tutorial, mas como um relato bem-humorado de como é fazer as coisas quando você resolve inventar moda.
Lá fui eu configurar minhas máquinas virtuais. Como já havia feito isso no Mint e tinha até salvado um tutorial kkkkkk, pensei: essa vai ser fácil.
Como fui enganado.
Instalei o Virt-Manager e pensei que era isso. Depois passei um bom tempo tentando ativá-lo kkkkkk. O negócio não funcionava de jeito nenhum.
Usei todos os meus conhecimentos herdados do Mint.
Depois de não conseguir, pensei: assim como existe o jeito Mint das coisas, também deve existir o jeito Nix das coisas.
Lá fui eu pesquisar: “Máquinas virtuais Virt-Manager NixOS”.
Confesso que nem olhei o endereço do site. Entrei no primeiro que apareceu na tela kkkkkkkk.
Lá, lendo e relendo, instalei um monte de pacotes do Nix. Sendo que, no fim, o necessário seria apenas o Virt-Manager e algumas configurações para o ambiente de virtualização e para as minhas VMs.
Mas lá estava eu, na configuração do Nix, declarando até o meu CPF.
Instalei duas versões do QEMU, Libvirt e até um arquivo para GNOME, estando no KDE.
Pensei: vai que cola! Kkkkkkk.
Nesse momento também pensei em como era pelo VirtualBox e no trabalhão que ele me daria para instalar e configurar tudo.
Nem lembrei do GNOME Boxes. E olha que a simplicidade dele provavelmente teria resolvido boa parte do problema.
Depois de tentar várias configurações e não conseguir nada, desfiz tudo que tinha feito, voltei ao estado anterior e fui dormir revoltado da vida kkkkkkkkk.
No outro dia, com a ajuda do ChatGPT, comecei novamente. E, antes mesmo de contar para ele sobre a minha saga da madrugada kkkkkkk, pedi ajuda para instalar o Virt-Manager e ativar minhas máquinas virtuais.
E ele me retorna a resposta para instalar o Virt-Manager.
Nesse momento pensei: deixa o ChatGPT ser feliz kkkkkkk.
Segui à risca seus conselhos, copiando e colando os comandos. No fim, tudo funcionando normalmente.
E eu pensando: mas cadê os dez programas que eu precisava instalar e aquele monte de coisas que precisava colocar no configuration.nix?
De forma simples, com alguns comandos e algumas permissões declaradas na configuração, as mesmas que eu tinha apagado de madrugada, todas as VMs estavam funcionando em menos de uma hora.
Vai entender.
Às vezes, um tutorial não é o melhor caminho. E uma ajuda é sempre bem-vinda kkkkkk.
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