Minha pós-instalação
Tudo que fiz no meu Linux Mint para melhorar a forma como uso o meu computador.
Depois de atualizar o sistema, fiz um backup através do Timeshift, uma ferramenta nativa do sistema para backups de segurança. Caso aconteça alguma coisa, você consegue voltar o sistema para uma versão anterior ao problema.
Depois disso, tirando a personalização da interface Cinnamon, instalei alguns programas que me ajudam no meu dia a dia.
Apesar de o Mint já vir preparado para multimídia, com diversos programas, instalei o VLC, um player de áudio e vídeo que gosto bastante. É um programa muito completo, que uso desde a época em que usava o Windows.
Ainda na parte de multimídia, também instalei o Shotcut para edição básica de vídeos.
Instalei também o HandBrake para compactação de vídeos. Ele me ajuda a diminuir o tamanho dos arquivos de vídeo e, com uma configuração bacana, consegue reduzir bastante o tamanho do arquivo sem perder a qualidade.
Em gráficos, instalei o GIMP, o faz-tudo das imagens. Uso constantemente? Não kkkkk. Mas, se precisar lidar com imagens a qualquer hora, ele com certeza dará conta.
Na internet, troquei o navegador Firefox pelo Brave. Gosto bastante do Brave, principalmente pelo bloqueio de anúncios nativo, e ele também tem todas as extensões que preciso.
Aqui está o mais importante: o meu kit de rede. Instalei o Nmap e o Wireshark para monitorar a minha rede.
Em escritório, instalei somente as fontes da Microsoft pela própria loja de aplicativos do Mint.
E, para virtualização, instalei o GNOME Boxes.
Assim deixei o meu Mint do jeito que gosto, sem instalações mirabolantes ou baixando qualquer programa de qualquer lugar. Tudo direto do próprio Mint, com exceção do Brave, que instalei com um único comando retirado do próprio site do desenvolvedor.

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