segunda-feira, 12 de outubro de 2026

NixOS, ChatGPT e eu!

Depois de contar em uma publicação anterior como foi instalar o NixOS no meu computador e colocá-lo como meu sistema principal, fiquei pensando em como foi divertida toda essa experiência.

Foi uma saga bem legal e um aprendizado precioso. A instalação foi por minha conta, e depois comecei a fazer as configurações com a ajuda do ChatGPT.

Tanto que, por esses dias, olhando o sistema, percebi que tenho uma partição de swap de 17 GB kkkkkkk. Como fiz isso? Não me recordo. Sempre que instalei uma distribuição Linux, escolhi o particionamento automático com swap. O próprio Linux Mint tinha configurado uma swap de apenas 2 GB.

Mas enfim... está funcionando. 😂

Depois de instalado, começamos as configurações. O KDE vem bem limpo, com poucos programas instalados. Vieram o KDE, Firefox e alguns outros programas. E como terminal, o famoso Xterm... kkkkkkk.

Brincadeira! Como terminal, veio o Konsole, mas o Xterm também estava instalado, porque não sei kkkkkkk.

Depois do boot, lá fomos nós entender primeiro como funcionavam as configurações, pois o NixOS trabalha de uma forma diferente das distribuições que eu estava acostumado a usar.

Grande parte da configuração do sistema fica declarada em arquivos de configuração. Você altera o que precisa, recompila a configuração e o NixOS faz o restante acontecer.

Para instalar programas, eles também são declarados na configuração. Com a ajuda do ChatGPT, recriamos a minha lista de programas baseada no que eu usava no Mint, mas agora pensando no KDE.

O mais impressionante foi que o Chat lembrou de colocar a calculadora.

Sim, o NixOS vem limpo, eu disse kkkkk.

Mas esqueceu o particionador de discos, uma ferramenta importante para quem tem algumas partições e outros discos. E eu só fui perceber isso bem depois kkkkkkkk.

Agora vem a parte de como configurei minhas máquinas virtuais. Não como tutorial, mas como um relato bem-humorado de como é fazer as coisas quando você resolve inventar moda.

Lá fui eu configurar minhas máquinas virtuais. Como já havia feito isso no Mint e tinha até salvado um tutorial kkkkkk, pensei: essa vai ser fácil.

Como fui enganado.

Instalei o Virt-Manager e pensei que era isso. Depois passei um bom tempo tentando ativá-lo kkkkkk. O negócio não funcionava de jeito nenhum.

Usei todos os meus conhecimentos herdados do Mint.

Depois de não conseguir, pensei: assim como existe o jeito Mint das coisas, também deve existir o jeito Nix das coisas.

Lá fui eu pesquisar: “Máquinas virtuais Virt-Manager NixOS”.

Confesso que nem olhei o endereço do site. Entrei no primeiro que apareceu na tela kkkkkkkk.

Lá, lendo e relendo, instalei um monte de pacotes do Nix. Sendo que, no fim, o necessário seria apenas o Virt-Manager e algumas configurações para o ambiente de virtualização e para as minhas VMs.

Mas lá estava eu, na configuração do Nix, declarando até o meu CPF.

Instalei duas versões do QEMU, Libvirt e até um arquivo para GNOME, estando no KDE.

Pensei: vai que cola! Kkkkkkk.

Nesse momento também pensei em como era pelo VirtualBox e no trabalhão que ele me daria para instalar e configurar tudo.

Nem lembrei do GNOME Boxes. E olha que a simplicidade dele provavelmente teria resolvido boa parte do problema.

Depois de tentar várias configurações e não conseguir nada, desfiz tudo que tinha feito, voltei ao estado anterior e fui dormir revoltado da vida kkkkkkkkk.

No outro dia, com a ajuda do ChatGPT, comecei novamente. E, antes mesmo de contar para ele sobre a minha saga da madrugada kkkkkkk, pedi ajuda para instalar o Virt-Manager e ativar minhas máquinas virtuais.

E ele me retorna a resposta para instalar o Virt-Manager.

Nesse momento pensei: deixa o ChatGPT ser feliz kkkkkkk.

Segui à risca seus conselhos, copiando e colando os comandos. No fim, tudo funcionando normalmente.

E eu pensando: mas cadê os dez programas que eu precisava instalar e aquele monte de coisas que precisava colocar no configuration.nix?

De forma simples, com alguns comandos e algumas permissões declaradas na configuração, as mesmas que eu tinha apagado de madrugada, todas as VMs estavam funcionando em menos de uma hora.

Vai entender.

Às vezes, um tutorial não é o melhor caminho. E uma ajuda é sempre bem-vinda kkkkkk.

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Do Linux Mint ao NixOS

Por esses dias comecei a testar o NixOS em uma máquina virtual e comecei a prestar bastante atenção em suas particularidades. Li um pouco sobre ele em alguns fóruns e, principalmente, na página do desenvolvedor, com a ajuda de um tradutor lógico! Kkkkkkk.

O NixOS é uma distribuição diferente de tudo que eu já tinha usado. Quanto mais eu lia sobre ele, mais curiosidade eu tinha de experimentar.

E depois de muito pesquisar, pensei: por que não? Estou aqui sem fazer nada, o Linux Mint está funcionando perfeitamente, tenho tudo que preciso nele, tudo está funcionando corretamente e é de fácil manutenção.

Que tal arrumar algo para fazer? Kkkkkkk.

E lá fui eu com uma ISO do NixOS e o meu Ventoy velho de guerra, versão 2020 kkkkkk. E, lógico, com meu amigo ChatGPT por perto, caso o negócio não desse certo.

Sem contar para ele que seria uma instalação no computador que uso para tudo e que, até então, tinha o Linux Mint instalado... 😂

E lá fomos nós.

A instalação foi bem tranquila. Escolhi o KDE como ambiente gráfico. Pensei em ir de GNOME, mas pensei melhor: vai saber como será a configuração.

O NixOS é diferente de qualquer distribuição Linux que já usei. Ele me lembrou muito o estilo do Hyprland, uma window manager que utiliza arquivos de configuração para centralizar as configurações do sistema. No NixOS, essa ideia vai muito além, usando arquivos de configuração para declarar praticamente todo o sistema, inclusive os programas que serão instalados.

Depois veio a parte da impressora.

Fiquei um bom tempo tentando declarar a minha impressora nas configurações e entender como faria a bendita funcionar. Como ela é configurada em rede, precisei desativar temporariamente o firewall e instalar uma ferramenta da HP, o HPLIP, para ajudar na configuração.

Depois de algum trabalho, a impressora finalmente foi configurada.

E lá fui eu com a minha lista de programas para instalar. Dessa vez, tomando cuidado com o nome de alguns pacotes, porque o NixOS tem uma organização própria e alguns programas possuem nomes diferentes dos que estou acostumado a encontrar em outras distribuições, principalmente alguns aplicativos do KDE.

Coloquei minha lista no arquivo de configuração e, depois disso, a instalação dos programas ficou bem fácil.

E por último vieram as minhas máquinas virtuais.

Dessa vez fui diretamente para o Virt-Manager, mas confesso que senti uma saudade do VirtualBox. Como minhas VMs ficam em um SSD separado, a configuração foi um pouco diferente. Não era simplesmente instalar e pronto, que seria a forma mais fácil kkkkk.

Como eu já tinha tudo em um disco separado, foi necessário modificar algumas configurações para fazer o NixOS encontrar e utilizar as máquinas virtuais que já estavam lá. Mais uma vez, com a ajuda do ChatGPT kkkkk.

Por mim, dava menos trabalho começar tudo do zero kkkkkkk.

E até o meu Conky foi reconfigurado e está rodando perfeitamente no Wayland, depois de uma pequena alteração na configuração kkkkk.

No mais, estamos no NixOS.

Agora é procurar o que quebrar kkkkkkk.

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Por que troquei o GNOME Boxes pelo Virt-Manager

Em minha saga em busca da VM perfeita para o meu Mint, escolhi o GNOME Boxes porque ele se adapta muito bem visualmente ao Mint. Segue o mesmo esquema de cores, o formato das janelas e fica muito bacana de se ver.

As configurações, porém, foram todas feitas por linha de comando kkkkk. Não dava para fazer muita coisa pelo próprio Boxes. Na versão do repositório do Mint, ele praticamente não oferece menus de personalização ou opções avançadas. Existe basicamente um único objetivo: instalar as máquinas virtuais.

No conceito do produto, ele cumpre o seu papel. O Boxes segue uma proposta mais simples e direta. É do jeito dele, no lugar que ele escolher e da forma que ele quiser kkkkk.

Qualquer coisa fora disso, só pelo terminal.

E como eu queria instalar as VMs em um disco separado, para que, caso meu sistema tivesse algum problema, eu não perdesse tudo, precisei fazer algumas configurações por fora.

Poderia ter instalado o meu diretório Home em um disco separado? Poderia! Fiz? Não kkkkk. Preferi separar apenas as VMs, porque instalar tudo do zero novamente seria muito cansativo.

Depois de muito bater a cabeça com configurações, consegui instalar o Debian 13 com sucesso. Mas uma outra distribuição não teve a mesma sorte.

Quando digo “achamos”, era eu e meu parceiro ChatGPT kkkkk. Depois de algumas tentativas e correções, não conseguimos fazer a outra distribuição funcionar como queríamos.

Foi então que resolvemos migrar para o Virt-Manager.

“Mas e o VirtualBox?”

Na hora nem lembramos dele kkkkk.

Depois de instalar o Virt-Manager, ele encontrou imediatamente o Debian 13. Já fiquei feliz. Aquele alívio de pensar: “não vou precisar começar tudo do zero”.

Depois de algumas configurações no próprio programa, sim, o Virt-Manager tem um menu de configurações kkkkk, conseguimos instalar a minha segunda distribuição.

Instalamos o Kali Linux, uma distribuição que eu sempre tive curiosidade de conhecer.

Agora estamos no Virt-Manager kkkkk e já temos duas distribuições instaladas. Acho que já posso chamar isso de um pequeno laboratório de estudos.

E foi assim que a minha busca pela VM perfeita acabou, pelo menos por enquanto, com o Virt-Manager no comando do laboratório.

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

VM no meu Mint!

Há algum tempo, decidi instalar uma máquina virtual no meu Linux Mint, a famosa VM. Queria testar outros sistemas sem a necessidade de formatar o meu computador e sem todo aquele trabalho: montar pendrive, colocar ISO, formatar o computador, configurar e assim vai.

Já fiz muito isso até encontrar uma distro que gostasse. Além disso, também queria ficar por dentro das novidades de algumas distribuições Linux que acompanho e gosto muito.

A minha primeira decisão foi: repositório ou Flatpak?

Aqui muitos provavelmente iriam de Flatpak, pela instalação fácil e por oferecer uma versão mais recente. Mas eu decidi ir pelos repositórios do Mint kkkkk.

Pensei: vou instalar e usar. Sempre vi tutoriais e me parecia bem fácil instalar uma máquina virtual. Conheço alguns programas da minha época de Windows, mas aqui escolhi o GNOME Boxes, por combinar mais com o ecossistema do Mint, todo baseado em GTK.

O Mint, por ser uma distribuição de longo suporte, disponibiliza uma versão mais antiga do Boxes. Para se ter uma ideia, na época em que estou escrevendo este post, o Boxes já se encontra na versão 50, enquanto o meu Mint disponibiliza a versão 46.

Instalei a versão do repositório e fui para os testes. E cadê que o Boxes funcionava? Não criava a máquina virtual, não encontrava o que precisava e quase não tinha opções de configuração. Até os links para baixar algumas distribuições eram de versões antigas.

Foi quando, conversando com o ChatGPT, ele me deu algumas ideias bem legais. Uma delas foi instalar as máquinas virtuais em um disco separado. Assim, caso acontecesse alguma coisa com o meu sistema, eu não perderia as máquinas virtuais junto com a instalação do Mint.

Como eu não estava conseguindo instalar e configurar tudo apenas pelo Boxes, a ideia foi usar também o libvirt e o virt-install, ferramentas que trabalham por trás da virtualização. Foi através delas que conseguimos preparar o ambiente e criar a minha primeira VM.

Como VM, escolhi o Debian, o famoso pai de todos, e a interface XFCE, que sempre tive vontade de testar.

E não é que rodou muito bem? O Debian com XFCE quase não ocupou recursos da minha máquina e a instalação foi bem tranquila depois que o ambiente de virtualização estava configurado.

Agora tenho uma VM em um disco separado, onde também pretendo colocar minhas outras máquinas virtuais. Tudo isso usando a versão do próprio repositório do Mint, com algumas configurações extras para deixar tudo do jeito que eu queria.

No fim, descobri que instalar uma máquina virtual não era exatamente aquele “instala e usa” que eu imaginava. Mas depois de entender como as peças funcionavam, consegui deixar o meu ambiente de virtualização exatamente como queria.

sábado, 12 de setembro de 2026

O que fiz depois de instalar o Linux Mint?

Minha pós-instalação

Tudo que fiz no meu Linux Mint para melhorar a forma como uso o meu computador.

Depois de atualizar o sistema, fiz um backup através do Timeshift, uma ferramenta nativa do sistema para backups de segurança. Caso aconteça alguma coisa, você consegue voltar o sistema para uma versão anterior ao problema.

Depois disso, tirando a personalização da interface Cinnamon, instalei alguns programas que me ajudam no meu dia a dia.

Apesar de o Mint já vir preparado para multimídia, com diversos programas, instalei o VLC, um player de áudio e vídeo que gosto bastante. É um programa muito completo, que uso desde a época em que usava o Windows.

Ainda na parte de multimídia, também instalei o Shotcut para edição básica de vídeos.

Instalei também o HandBrake para compactação de vídeos. Ele me ajuda a diminuir o tamanho dos arquivos de vídeo e, com uma configuração bacana, consegue reduzir bastante o tamanho do arquivo sem perder a qualidade.

Em gráficos, instalei o GIMP, o faz-tudo das imagens. Uso constantemente? Não kkkkk. Mas, se precisar lidar com imagens a qualquer hora, ele com certeza dará conta.

Na internet, troquei o navegador Firefox pelo Brave. Gosto bastante do Brave, principalmente pelo bloqueio de anúncios nativo, e ele também tem todas as extensões que preciso.

Aqui está o mais importante: o meu kit de rede. Instalei o Nmap e o Wireshark para monitorar a minha rede.

Em escritório, instalei somente as fontes da Microsoft pela própria loja de aplicativos do Mint.

E, para virtualização, instalei o GNOME Boxes.

Assim deixei o meu Mint do jeito que gosto, sem instalações mirabolantes ou baixando qualquer programa de qualquer lugar. Tudo direto do próprio Mint, com exceção do Brave, que instalei com um único comando retirado do próprio site do desenvolvedor.

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Por que Linux Mint?

Escolhi o Linux Mint como minha distro principal pela simplicidade e estabilidade. Aqui, raramente alguma coisa quebra ou deixa de funcionar.

Atualizações, correções de bugs e segurança, passando aquela sensação de que vai continuar tudo funcionando.

Configuração simples e escolhas lógicas, com um ótimo painel de controle, onde se encontra o necessário para configurar o seu computador. Com destaque para o gerenciador de drivers e o firewall, para uma melhor segurança.

O gerenciador de atualizações também facilita bastante a manutenção do sistema, deixando tudo organizado e mostrando de forma clara quando existem atualizações disponíveis.

Fácil personalização, principalmente do seu ambiente principal, o Cinnamon, que traz uma leve lembrança do Windows, nos primórdios do Windows XP...

Uma loja de aplicativos que te ajuda a instalar de tudo com apenas um clique de mouse.

Programas como o LibreOffice e Firefox cobrem a parte de escritório e acesso à internet, mas nada impede você de instalar outra suíte de escritório ou outro navegador. Tudo vai conforme o seu gosto.

No quesito áudio e vídeo, ele vem totalmente preparado. Desde a instalação, onde é mostrada uma tela sobre a instalação de codecs, até um simples atalho em multimídia que faz toda a configuração para você.

Fora a tela de boas-vindas, logo após a instalação, que ajuda a fazer uma configuração guiada para os primeiros passos no Linux Mint.

No fim, acho que é justamente esse conjunto de simplicidade, estabilidade e liberdade de escolha que fez o Linux Mint se tornar minha distribuição principal.

domingo, 30 de agosto de 2026

Blogão do Rô

Depois de alguns anos, resolvi abrir novamente as portas do Blogão do Rô.

A internet mudou bastante nesse tempo. Os blogs perderam aquele espaço que tinham, surgiram novas formas de compartilhar conteúdo e muita coisa passou a acontecer nas redes sociais. Mesmo assim, ainda gosto da ideia de ter um cantinho próprio na internet para escrever, registrar coisas e compartilhar aquilo que considero interessante.

Por aqui, tecnologia será um dos assuntos principais. Linux, Android, computadores, internet, programas, dicas e algumas descobertas do dia a dia devem aparecer por estas páginas.

Mas não quero transformar o blog em uma lista rígida de assuntos. Se algo for interessante, provavelmente vai acabar aparecendo por aqui.

O Blogão do Rô está começando uma nova fase. Sem pressa e sem a obrigação de publicar todo dia. A ideia é simplesmente voltar a escrever e deixar este espaço crescer com o tempo.

Seja bem-vindo ao Blogão do Rô. 🚀